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Boletim Eletrônico - Edição 84 | São Paulo, 15 de junho de 2010.
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O deputado William Woo (PSDB-SP) lançou um projeto de lei (atualmente na Câmara dos Deputados), que estabelece regras para a fabricação de garrafas PET.
Pelo projeto, os modelos serão incolores e de fácil compressão, exceto aqueles de mais de dois litros - que precisam ser mais resistentes. Outra exigência diz respeito ao formato, que deverá permitir o recorte e o empilhamento fácil.
Falando sobre os rótulos, será proibido imprimir diretamente na embalagem. O rótulo também deverá ser removível, sem deixar resíduos de cola depois de lavagem especial das garrafas. Além disso, não poderá haver qualquer tinta de impressão da marca na embalagem.
A proposta determina que as etiquetas de preço fiquem nas tampas ou nos rótulos, para facilitar a remoção e evitar a contaminação do PET pela cola (o que impossibilita a reciclagem). Quem infringir as regras estará sujeito ao pagamento de 10 a 50% do valor de venda de cada embalagem irregular.
Segundo o autor, a proposta vai incentivar a reciclagem, permitindo a redução no volume do lixo gerado pelas garrafas em aterros sanitários, ruas, galerias pluviais e rios. O projeto será examinado pelas comissões de Defesa do Consumidor, de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e a de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Portal R7 |
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O presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Rio Grande do Sul (Sinplast), Alfredo Schmidt, foi destaque em um encontro acadêmico da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), que debateu a importância do plástico.
O especialista defendeu que o problema do material se refere principalmente à educação da sociedade, não à sua produção. Ele comentou ainda que, se descartados corretamente, os artefatos plásticos são reaproveitados em diversos produtos e evitam a poluição ambiental.
Para encerrar, Schmidt revelou um dado importante. Hoje, o Brasil possui 11,3 mil empresas produtoras desse tipo de matéria-prima, que geram 330 mil empregos diretos. “Tomando um módulo de quatro pessoas por família, temos 1,3 milhão de pessoas que vivem do plástico.”
Fonte: Gazeta do Sul
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No próximo dia 24, entra em vigor a Revisão da Norma NBR 14937:2010 - Sacolas plásticas tipo camiseta - Requisitos e métodos de ensaio.
Após passar pelo processo de Consulta Nacional e por suas devidas análises, o projeto foi encaminhado à ABNT e publicado, em 24 de maio, como Norma brasileira. |
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Uma reportagem recente publicada pelo portal Último Segundo mostra que a indústria automotiva está acertando a mão ao investir no mercado de soluções sustentáveis.
Nos casos apontados pela matéria é possível notar que, além dos ganhos ambientais, os consumidores ainda podem economizar, já que os modelos se tornam mais baratos para as montadoras. Veja alguns exemplos:
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A PSA Peugeot Citroën reduziu em 20% o custo de confecção de tampas de porta-malas de suas pick-ups, ao trocar os polímeros derivados do petróleo por fibra de curauá. A Volkswagem está, inclusive, fazendo o mesmo no modelo Fox. |
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A italiana Fiat anuncia que lançará o Uno Ecology, com fibras vegetais da mesma planta e também do coco. |
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Os para-choques do C4, da Citroën, são feitos a partir das tampas de plástico de garrafas de refrigerante. |
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Já o revestimento de teto do modelo C3, também da montadora francesa, são feitos com garrafas PET. Essas economias chegam a cerca de 10% para os fabricantes.
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Cerca de 8% dos para-choques dos veículos da General Motors produzidos nas fábricas de São Caetano do Sul (SP) e São José dos Campos (SP) têm plásticos reciclados em sua composição. Além disso, dos seus pneus, a montadora extrai granulado de borracha, aço e massa de borracha, que acabam servindo de insumo para diversos produtos. |
A mesma reportagem também discutiu os entraves para a adoção de cada vez mais produtos sustentáveis e mostra como, em alguns casos, eles se tornam inviáveis financeiramente. Para conferir a matéria na íntegra, clique aqui.
Fonte: Último Segundo |
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