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Boletim Eletrônico - Edição 81 | São Paulo, 11 de maio de 2010.
 
 

A imagem do setor plástico perante a opinião pública e as alternativas para corrigir o conceito do material e expor os seus pontos de vistas estão na pauta do Encontro Internacional: Plásticos – Imagem e Desafios.

O evento, que é inédito no gênero, acontece no dia 27 de maio, das 8h às 19h, no Caesar Business Paulista (Av. Paulista, 2.181 – Cerqueira César). Para conhecer a programação completa do encontro e obter detalhes de como participar, clique aqui.

 
 
 

Ainda estão abertas as inscrições para a 5ª Rodada do Programa de Comparação Interlaboratorial em Ensaios em Plásticos, promovida pelo Centro Tecnológico de Polímeros SENAI-CETEPO.

Para saber detalhes do programa, fale com Genílson Pacheco, pelo e-mail pep.cetepo@rs.senai.br ou pelo telefone (51) 3589-4100.

Outras informações em www.cetepo.rs.senai.br/pep/PEP/index.html.

 
 
 

As inscrições para o curso superior de Tecnologia em Polímeros, promovido pelo SENAI-SP, seguem abertas até o dia 21 de maio.

Candidatos de baixa renda contam com um incentivo. É que a entidade mantém um programa de financiamento estudantil, em que o aluno faz o primeiro pagamento apenas seis meses após a conclusão da fase escolar de seu curso. Sem falar no programa de bolsas mantido pelo SENAI.

Quem tiver interesse em participar do processo seletivo pode acessar a página da instituição, que traz informações detalhadas sobre esses temas, clicando aqui.

 
 
 

Até o dia 10 de maio, o site da Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibiliza uma lista de mais de 40 Normas brasileiras à espera de sua opinião.

Trata-se de um processo rotineiro, praticado internacionalmente, chamado Análise Sistemática. Por meio dele, a sociedade tem a oportunidade de dizer se tais conteúdos lhe parecem atuais, se não têm mais aplicação ou se estão desatualizados.

Feito isso, a Associação submete os pareceres a um comitê técnico, que analisa o melhor destino para cada um desses casos. Portanto, acesse agora mesmo o site da ABNT e participe!

 
 
 

O Proteste analisou recentemente seis marcas de copos plásticos (Copobras, Danúbio, Dixie, Minaplast, Regina e Zanatta) e constatou: eles quebram na mão.

O estudo levantou aspectos como peso, quantidade de matéria-prima, impacto ambiental e resistência. Para tornar público parte desses resultados, o jornal Diário de Ribeirão publicou uma reportagem com detalhes da pesquisa.

Leia esse conteúdo na íntegra, clicando aqui.

Fonte: Gazeta de Ribeirão

 
 
 

Pesquisadores do Rio de Janeiro desenvolveram uma nova metodologia, que reaproveita 40% de material plástico usado para criar resinas plásticas.

A técnica consiste em dissolver o plástico usado em uma solução com reagentes e adição do material em um reator (onde é feito mais plástico). E, segundo os responsáveis, a mistura de materiais plásticos usados com virgens não interfere negativamente nas reações químicas.

Esse tipo de reciclagem pode ser usado em copos descartáveis e outros materiais à base de poliestireno, poliacrilatos, polimetacrilatos e poliacetatos, empregados na fabricação de itens como CD, isopor e interiores de geladeiras.

Atualmente os pesquisadores tentam replicar a técnica para cargas de isopor recicladas.

Fonte: Ambiente Brasil

 
 
 

O negócio de Aires de Freitas começou tímido: no início, foram cerca de R$ 30 mil, para hoje seu patrimônio valer mais de 100 vezes o investimento inicial.

É que, após dezenas de testes, Freitas criou uma fórmula para produzir espuma, que utiliza matéria-prima de PET reciclado em vez de derivados do petróleo.

O resultado é que o empresário patenteou a fórmula e agora vê seu negócio em pleno crescimento. O motivo: o PET substitui até 42% dos derivados de petróleo que fazem a espuma, custa menos da metade do preço e não polui.

A novidade – vendida a indústrias de colchões, refrigeradores e móveis – tem chamado a atenção. Tanto é que o empresário firmou parceria com um investidor, modernizou a sua fábrica e hoje vende 580 toneladas do PET em pó por mês.

Mas não é só isso. Ainda segundo Freitas, sua demanda aproximada já gira em torno de cinco mil toneladas por mês.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 
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