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Boletim Eletrônico - Edição 58 | São Paulo, 3 de setembro de 2009.
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Até o dia 26 de outubro, encontra-se em Consulta Nacional o Projeto de Revisão da ABNT NBR 15403, Filmes estiráveis de poli(cloreto de vinila) (PVC) para contato com alimentos.
Veja a seguir os procedimentos para efetuar o seu voto:
Acesse www.abntnet.com.br/consultanacional, busque na lista à esquerda de sua tela o título ONS 51 - Embalagem e Acondicionamento Plásticos (penúltimo item) e clique sobre ele.
Aparecerá o número do projeto, a data limite para voto e uma lupa para visualização do texto. Clique sobre a lupa.
Será solicitado o seu e-mail e senha. Caso não seja cadastrado, clique em
"Criar meu ABNT passaporte gratuitamente".
Visualize o projeto e, antes de votar, leia-o atentamente, seguindo as indicações.
ATENÇÃO: Todo e qualquer comentário sobre o projeto de Norma deverá ser encaminhado via Consulta Nacional, através do site da ABNT (em forma de anexo), para que possa ser documentado e discutido na reunião de avaliação dos resultados da Consulta Nacional. |
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O engenheiro e especialista em finanças, Luciano Prozillo, virou destaque nas páginas da Revista Istoé Dinheiro.
Há pouco mais de um mês, o empresário assinou um contrato com duas centrais de tratamento de lixo em Matozinhos (MG). O motivo: Prozillo criou uma máquina que usa uma tecnologia até então pouco conhecida no País para transformar resíduos urbanos em energia elétrica.
O maior diferencial do processo que ele desenvolveu é que os resíduos são “queimados” em um reator de micro-ondas, o que reduz em 90% o seu tamanho. Outra novidade é que há também a opção de comprar um craqueador de plástico, comercializado por sua empresa, a Micro Ambiental, e dessa forma converter o material em gasolina e óleo diesel.
Segundo a reportagem, só no primeiro ano, Luciano Prozillo espera multiplicar em dez vezes o seu faturamento anual, hoje estimado em R$ 30 milhões. Para saber melhor como funciona esse trabalho, leia a matéria na íntegra, que está disponível aqui.
Fonte: Istoé Dinheiro |
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Cientistas coreanos descobriram uma maneira de ganhar dinheiro, transformando uma bactéria em um composto químico usado em larga escala pelas indústrias farmacêutica e química.
O experimento foi realizado com a bactéria Escherichia coli (E. coli). Ao ser modificada biologicamente, ela gera a putrescina, uma diamina com quatro carbonos, utilizada para sintetizar, entre outros, o nylon-4,6, um plástico de largo uso industrial.
A expectativa é que a tonelada do produto custe cerca de US$ 1.600. Por ano, são consumidas cerca de 10 mil toneladas da putrescina.
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A universidade inglesa de Warwick e o Aimplas (Instituto do Plástico espanhol) desenvolveram um modelo de F3 feito com materiais naturais, procedentes de fontes renováveis, como soja, batata, cenoura e juta. O projeto, chamado de World First Racing, foi apresentado em Valência, durante o GP da Europa de Fórmula 1.
Segundo os envolvidos, a iniciativa reduz a dependência de petróleo para a fabricação de polímeros e prova que é possível desenvolver um veículo de alta competitividade e performance, a partir de um processo produtivo mais sustentável.
Veja os detalhes do modelo:
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O aerofólio do veículo foi fabricado com tecido de juta e com um polímero encontrado no azeite de soja; |
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O banco tem fibras de linho, azeite de soja e tecido de espuma de poliéster reciclada; |
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O volante é feito de polímeros de cenoura e raízes de outras hortaliças; |
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Os retrovisores e a parte da frente são de amido de batata e fibra de linho, materiais que junto com a resina de garrafas recicladas compõem os painéis laterais; |
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O motor é a turbodiesel e funciona com biodiesel de calibração; |
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Para os freios, os pesquisadores estão desenvolvendo pastilhas de um fruto seco para substituir as de carbono; |
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O carro também possui um catalisador para transformar o gás ozônio em oxigênio e o seu lubrificante é feito com azeite vegetal. |
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Fonte: Terra Argentina |
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Entre os dias 5 e 7 de outubro, a Escola de Engenharia da USP de Lorena promove a “Primeira Semana de Biotecnologia Industrial”.
Para os organizadores, o evento é uma oportunidade de trocar experiências técnico-científicas entre os setores acadêmico e empresarial, por meio de palestras e mini-cursos sobre o tema.
O encontro acontece no Campus I da Escola de Engenharia de Lorena, que fica na Estrada Municipal do Campinho, s/nº. Mais informações pelo site http://www.eel.usp.br/sbi. |
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