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Boletim Eletrônico - Edição 56 | São Paulo, 14 de agosto de 2009.
 
 

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) acabam de criar um plástico biodegradável, usando lixo de usinas de açúcar e de fábricas de suco.

Segundo os envolvidos, o processo de criação do novo bioplástico é simples: bactérias do solo são superalimentadas em um tanque. O excesso de comida delas vira pequenos grãos, que são acumulados como estoque de energia. Quando atingem um nível grande o bastante, as bactérias são dissolvidas. O que sobra é um pó biodegradável, que pode ser usado para fazer utensílios e embalagens descartáveis.

Uma das vantagens do material é que ele desaparece na natureza em cerca de seis meses, sem poluir. O grande diferencial da produção, por sua vez, está no uso de matéria-prima barata: restos de fruta de suco e bagaços de cana de açúcar.

Fonte: G1

 
 
 

A empresa japonesa de aviação Japan Airlines (JAL) resolveu inovar. A companhia está trocando as garrafas de vidro de vinho transportadas em suas aeronaves por garrafas de plástico. O objetivo é reduzir o peso no avião e, com isso, economizar cerca de 20 litros de combustível a cada novo voo.

As garrafas plásticas pesam 22 gramas, quase sete vezes menos do que as de vidro. Como cada avião da JAL leva cerca de 300 dessas garrafas, o peso a bordo deve ser reduzido em quase 40 kg. Além do ganho operacional, a medida também servirá para minimizar impactos ambientais - estima-se uma redução de 52 kg nas emissões de dióxido de carbono.

As previsões valem para cada trajeto entre Tóquio e Londres, o primeiro em que a ideia foi implementada. Segundo a empresa, a iniciativa deve se estender a outros de seus destinos internacionais.

Fonte: Terra Argentina

 
 
 

Pesquisadores suecos criaram a primeira célula nervosa artificial capaz de se comunicar seletivamente com células nervosas naturais.

Diferente das pesquisas atuais que usam estimulação elétrica (dispositivos injetados internamente no ouvido com fios ligados ao cérebro), os cientistas usaram um plástico orgânico, eletricamente condutor, para criar um novo tipo de eletrodo. Ele libera as mesmas moléculas de neurotransmissores que o cérebro usa para se comunicar naturalmente.

Com isso, apenas as células nervosas que possuem receptores para aquele neurotransmissor são acionadas. O nervo artificial foi testado em cobaias, mas já passa por pesquisas para que seja usado no corpo humano.

Para ler a matéria na íntegra e entender melhor o trabalho, clique aqui.

Fonte: Inovação Tecnológica

 
 
 

A Universidade Presbiteriana Mackenzie está com inscrições abertas para o curso de Tecnologia de Polímeros. Dividido em dois módulos - cada um com cinco dias de duração -, o primeiro começa já no fim deste mês. Acompanhe abaixo a grade curricular de cada um deles:

Primeiro Módulo, de 30 de agosto a 3 de setembro
1. Introdução à tecnologia de polímeros
2. Métodos de obtenção, propriedades e características
3. Reologia dos polímeros
4. Aditivação e degradação de polímeros
5. Controle de qualidade, caracterização e normas
6. Desenvolvimento de projetos
7. Aspectos econômicos

Segundo Módulo, de 14 a 17 de dezembro
1. Plásticos de engenharia
2. Seleção de plásticos de engenharia
3. Blendas poliméricas
4. Tingimento e coloração em plásticos
5. Biopolímeros, biodegradáveis e compostáveis
6. Tecnologia do PVC

Para informações sobre investimentos, prazos e palestrantes, entre em contato com o Mack pelo telefone 11 2114-8118 ou acesse o site www.mackenzie.br.

Fonte: Mackenzie

 
 
 

O Programa Export Plastic, coordenado pelo INP, é uma parceria entre cadeia do plástico e do governo brasileiro que iniciou suas atividades em janeiro de 2004.

O Programa reúne toda a cadeia nacional em torno de objetivos comuns: alavancar as exportações de produtos plásticos transformados, gerar empregos, solidificar a cultura exportadora das empresas transformadoras de plástico e posicionar o Brasil como “Global Player”.

Hoje, a iniciativa conta com a participação de 76 empresas, localizadas em 10 estados do País. O seu sucesso é comprovado por meio dos resultados da própria balança comercial do setor: em 2008, as exportações brasileiras de transformados plásticos foram da ordem de US$ 1,4 bilhão, contra 1,1 bilhão em 2007.

As empresas associadas ao Export Plastic recebem total apoio do Programa para incrementar as suas exportações para os mercados-alvo (Argentina, União Europeia, EUA, México, Colômbia, Chile e África do Sul). Isso acontece por meio de ações estratégicas, que têm como objetivo capacitá-las gerencialmente para o bom desempenho no comércio internacional:

• Promoção Comercial
• Inteligência Comercial
• Capacitação e qualificação de empresas e produtos
• Suporte operacional

Na área de qualificação de produtos, o Export Plastic mantém parcerias com entidades e centros de tecnologia, no intuito de adequar os produtos brasileiros às Normas e especificações dos clientes internacionais (de acordo com a demanda e as restrições de cada mercado).

Confira a opinião de quem já faz parte dessa importante iniciativa:

“Nosso foco está nas embalagens para produtos farmacêuticos e percebi que a seleção das empresas compradoras foi muito boa. Hoje, é grande a preocupação com redução de custos e essa iniciativa nos possibilita isso, além de contatos internacionais qualificados.”

Paulo de Castro, gerente de Comércio Exterior e Marketing da Védat, fabricante de embalagens rígidas e utilidades domésticas (UDs).


“A possibilidade de expor o portfólio da empresa é o primeiro benefício trazido por esse encontro comercial. O segundo é desenvolver novas propostas e, por fim, a ampliação de negócios com novos mercados internacionais.”

Mônica Telfser, da área de Marketing da Vitopel, produtora de filme BOPP.

Para mais informações, acesse: www.exportplastic.com.br.

 
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