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Boletim Eletrônico - Edição 55 | São Paulo, 5 de agosto de 2009.
 
 

O Programa de Qualidade de Cadeiras Plásticas INP/INMETRO apresenta, desde a entrada em vigor da Portaria nº 213/2007, uma evolução notável. Hoje, dos prováveis 150 modelos de cadeiras de plástico injetadas existentes no mercado brasileiro, 124 delas estão certificadas e possuem o selo de conformidade do INMETRO.

Parabéns setor! Estamos chegando lá!

 
 
 

Um deles é o ISO/WD 15527, Plastics – Compression-moulded sheets of polyethylene (PE-UHMW, PE HD) – Requirements and test methods. Trata-se da primeira revisão da ISO 15527:2007, que propõe a alteração dos valores de abrasão para o PE-HD.

Já o ISO/WD 11833-1, Plastics – Unplasticized poly(vinyl chloride) sheets – Types, dimensions and characteristics – Part 1: Sheets of thickness not less than 1 mm apresenta uma proposta de alteração nos percentuais de transmissão de luz para folhas extrudadas de 2 mm a 10 mm de espessura nominal.

Por fim, o ISO/WD 15015-1, Plastics – Extruded sheets of impact-modified acrylonitrile/styrene copolymers (ABS, AEPDS and ASA) – Requirements and test methods completa a lista. Ele é a revisão da ISO 15015-1:2007, que sugere a alteração da temperatura do ensaio de impacto Charpy.

O Instituto Nacional do Plástico – INP está credenciado na International Organization for Standardization – ISO para acompanhar toda a normalização internacional para o segmento de embalagens plásticas e receberá as colaborações pelo email marilia@inp.org.br até o dia 11 de setembro de 2009.

Para conferir mais detalhes sobre as Normas e alterações sugeridas, clique sobre cada um dos documentos:

ISO/WD 15527  |  ISO/WD 11833-1  |  ISO/WD 15015-1

 
 
 

A reciclagem de plásticos no Brasil tem crescido a uma taxa de 13,7% ao ano. Em 2008, o País reciclou mais de 960 toneladas de plástico, o equivalente a 21% de toda a sua produção anual.

Ainda no ano passado, o faturamento das 780 indústrias brasileiras que reciclam o material chegou a R$ 1,8 bilhão, gerando cerca de 20 mil empregos diretos.

Embora os números sejam motivadores, hoje, 30% da capacidade que o Brasil teria para reciclar estão ociosos. Prova é que do total de 5564 municípios brasileiros apenas 7% contam com coleta seletiva.

Para a Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, “somente a combinação da educação ambiental da sociedade e da ação do poder público poderá solucionar a questão do lixo e garantir a melhoria nas condições de vida e saúde do País.”

Estas e outras informações fazem parte de uma matéria publicada recentemente no Portal Fator Brasil, que discute a posição da empresa em relação à importação brasileira de lixo contaminado. Para ler o texto na íntegra, basta clicar aqui.

Fonte: Fator Brasil

 
 
 

Na última edição da Plastech Brasil – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos, realizada entre 28 e 31 de julho em Caxias do Sul (RS), a empresa de nanotecnologia multimercados NANOX e a Resimax Plásticos apresentaram o aditivo antimicrobiano Resimax (ANR).

O ANR tem ação antimicrobiana, que impede o desenvolvimento de bactérias, fungos e microorganismos. Suas propriedades fazem com que os produtos se tornem mais higiênicos, duráveis e de fácil manutenção.

O lançamento é considerado inovador não só pelo aumento de seu shelf-life (tempo de prateleira) e pela redução do uso de aditivos conservantes, mas por conter um princípio ativo natural que lhe permite entrar em contato com alimentos ou com a pele humana.

O setor de plásticos vai se beneficiar – e muito – com a novidade. Os plásticos, que apresentam uma porosidade intrínseca, são materiais propícios para a proliferação de micróbios. Segundo os responsáveis pelo produto, o aditivo terá diversas aplicações pelas indústrias alimentícia, farmacêutica, moveleira, calçadista, de chapas, fios, fibras, multifilamentos, filmes e bobinas. 

Fonte: Revista Meio Filtrante

 
 
 

O acidente sofrido pelo piloto brasileiro Felipe Massa durante os treinos classificatórios do GP da Hungria, no último dia 25, chamou a atenção de todos para a importância do uso do capacete ao dirigir.

Mas você conhece as diferenças técnicas entre um capacete normal e um capacete usado pelos pilotos de Fórmula 1? Descubra:

F1
Peso: de 1,2 kg a 1,8 kg.
Preços: até R$ 4 mil.
Conformidade: normas da Federação Internacional de Automobilismo.
Características: possuem 120 camadas soldadas e endurecidas em forno industrial a 132 ºC. Recebem camadas de policarbonato laminado e usam fibra de kevlar (à prova de balas). O revestimento é feito por um tecido à prova de fogo, além de poliestireno. As viseiras são de policarbonato com 3 mm de espessura e resistem a projéteis.

Comuns
Peso: cerca de 1,6 kg.
Preços: de R$ 70 a R$ 2.500.
Conformidade: ABNT NBR 7471 de 2001, além de etiqueta do Inmetro.
Características: são feitos de Acrilonitrila-Butadieno-Estireno (ABS, em inglês), um plástico de engenharia altamente resistente, que absorve parte do impacto de uma colisão. O ABS passa por um processo de derretimento a altas temperaturas e é injetado em um molde para confeccionar o casco do capacete. Uma segunda camada de poliestileno expandido (isopor) reveste sua parte interna. Depois, um tecido separa o contato com a cabeça. A viseira é feita de policarbonato cristal com pelo menos 2 mm de espessura.

Fonte: PB Agora

 
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