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Boletim Eletrônico - Edição 52 | São Paulo, 16 de julho de 2009.
 
 

Imagine uma espécie de árvore que, por dia, é capaz de impedir que o gás carbônico liberado por 20 carros chegue ao meio ambiente. Agora, imagine uma porção dessas árvores atuando ao mesmo tempo e contribuindo de forma decisiva para amenizar os efeitos do aquecimento global.

Quem recentemente tornou possível este sonho foram os cientistas da Universidade de Columbia (EUA). O grupo diz ter criado árvores artificiais capazes de absorver quase mil vezes mais rapidamente o CO2 da atmosfera, se comparadas às árvores naturais.

Os cientistas criaram um protótipo que tem galhos semelhantes aos de pinheiros, mas que não precisa de sol nem água. A estrutura do equipamento conta com folhas feitas de um material plástico, que retém dióxido de carbono. Com isso, a árvore pode acumular o CO2 em um filtro, que o comprime e o transforma em líquido.

Estima-se que o custo de cada uma dessas máquinas fique em torno de US$ 30 mil. Se fossem instaladas 10 milhões de árvores artificias pelo mundo, cerca de 3,6 gigatoneladas de gás carbônico seriam retiradas do ar todo os anos, pouco mais de 10% de toda a produção mundial de CO2 no período.

Fonte: BBC Brasil

 
 
 

Nos próximos três meses, Rio Branco, a capital do Acre, contará com mais uma empresa de reciclagem. A Plasacre, que será instalada no Distrito Industrial da cidade, teve investimentos de R$ 25 milhões e inicialmente vai gerar 60 empregos diretos (número que poderá ser multiplicado por seis em pouco tempo).

Utilizando principalmente o polietileno como matéria-prima, além dos ganhos ambientais com a transformação desses materiais, a iniciativa beneficia também a população, que costuma vender esses produtos a preços baixíssimos aos sucatões.

Outro ganho importante é que a inauguração da Plasacre contribuirá para o desenvolvimento de parceiros e projetos locais, fortalecendo a cadeia produtiva e tornando-a estruturada e rentável para todos.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

 
 
 

Os japoneses que se cuidem. Quem antes tinha o hábito de jogar fora os televisores usados, agora, vai ter um motivo a mais para guardá-los. É que cientistas da Universidade de York (EUA) descobriram uma maneira de reaproveitá-los.

Segundo os pesquisadores, os aparelhos com tela LCD contêm o polivinil-alcool, ou PVA, um polímero não poluente que auxilia na regeneração de tecidos humanos. Uma vez transformados, eles seriam capazes de formar estruturas temporárias, que servem como guia e dão suporte ao crescimento das células.

Mas não é só isso. Além da regeneração de tecidos, o PVA também pode ser utilizado como material de apoio na imobilização de enzimas e como revestimentos de cápsulas para liberar medicamento em partes específicas do sistema digestivo.

Fonte: Info Plantão

 
 
 

O Polo Petroquímico do ABC, na região Metropolitana de São Paulo, vem registrando alta nas vendas de resinas termoplásticas, matérias-primas utilizadas na fabricação de embalagens e peças de plástico.

Na comparação do primeiro semestre deste ano a 2008, as exportações do produto cresceram 6%, totalizando US$ 779 milhões. Os números são da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).

A entidade diz ter registrado ainda um aumento de 90,2% na comparação do volume vendido do insumo para os fabricantes de artigos de plástico no exterior. Nos primeiros meses de 2009, foram 837 mil toneladas diante das 440 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Fonte: Diário do Grande ABC

 
 
 

Quer saber tudo o que está acontecendo na cadeia produtiva do plástico? Então, não deixe de conferir o site www.inp.org.br.

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